Uma voz gutural e de nuances simultaneamente cavernosas e rasgadas entra em cena junto com uma combinação de blast beat e um riff de sabor indubitavelmente azedo. Impulsivo, altivo, mas também transparecendo, de forma interessante, agonia e desespero, o som que se desenvolve transpira uma postura de incredulidade ferrenha.
Tal identificação fica cada vez mais clara com a interpretação vocal do vocalista, que vai se firmando por entre urros que denunciam a sua pose absurdez e choque. Entre uma sequência de golpes precisosa no bumbo e um achincalhamento da reverberação dos pratos, a bateria faz com que The Cancer Is You! abrigue um contexto de ataque em relação a um mundo tido como completamente desolador.