Stellar Ruins anuncia Sunless, a faixa final de seu álbum mais recente

Ela pode até mesmo parecer explosiva, mas em verdade, o que acontece é que a composição bebe de uma intensidade adornada por sonares sintéticos que lhe conferem, inclusive, uma identidade levemente espacial. Entre a estridência e a agudez, esse toque sônico é capaz de superar tanto a distorção da guitarra quanto as frases pulsantes enfáticas introduzidas pela bateria.

Ofertando uma camada lírica em cuja interpretação verbal reforça a ideia de espacial e tridimensionalidade em razão do apoio do efeito do reverb, a faixa se torna um produto caótico, mas com menções de espacialidade e toques curiosos de esoterismo. Não é de se espantar, a partir daí, que Sunless tenha, em si, uma mistura estético-estrutural de shoegaze e dream rock que a torna incontestavelmente brisante.

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