Serpico lança terceiro disco e mostra fidelidade ao rock and roll

O Serpico, da Finlândia, é daquelas bandas que se tornarão um oásis em meio a tanta tecnologia e IA com o qual nos deparamos ultimamente no cenário. Sim, porque eles apostam em uma sonoridade orgânica, autêntica e inspirada no hard rock sem fechar seu leque e flertando com diversas facetas do estilo.

A banda finlandesa foi formada em 2005. Eles já dividiram o palco com muitas lendas do rock, incluindo Geoff Tate, Michael Monroe, Mad Juana com Sami Yaffa, Andy McCoy e The 69 Eyes, para citar alguns. Isso deu experiência suficiente para que eles soem bons no palco, mas também apresentem consistência em estúdio.

Depois de lançar três singles prévios magistrais em 2025, a banda chega agora ao seu terceiro disco, onde mostram uma evolução natural, além de resgatar a essência de um som que tem se modernizado muito. E isso não significa que eles não soam atuais, simplesmente passam longe de serem artificiais.

Até porque “Dressed In Flesh” é um disco orgânico, com sonoridade verdadeira e timbres muito bem escolhidos. Gravado totalmente em fita magnética no Astia Studio com o lendário produtor Anssi Kippo (Children of Bodom, Ensiferum), do qual eles trabalham juntos desde 2019, o álbum ganha tudo nesse quesito.

Trata-se de um repertório de nove faixas, onde eles conseguem destilar quase 36 minutos da pureza do hard rock, com flertes com o classic rock e algumas passagens que chegam a beirar o heavy metal. Tudo com alegria, naturalidade e refrãos que nos prendem já na primeira audição.

O disco já começa com duas pedradas que foram lançadas previamente. “Hard As A Cannonball” é a abertura perfeita para o álbum, com uma energia surreal e todos os elementos que moldam o som da banda. E “Rock n’ Roll Is Not Dead” entrega em seu título a ode ao estilo mais amado do mundo.

Logo em seguida, “This Song” é uma faixa que mantém a essência do hard rock, mas é o exemplo perfeito do flerte com o metal, basta notar os riffs de guitarra e as linhas marteladas de baixo, além dos vocais um pouco mais agressivos.

Destaque ainda para “Sweet Rebel Darling”, outro single prévio que bebe na fonte mais séria do AC/DC e “Out of The Grave”, que traz uma veia um pouco mais moderna do hard, responsável por um peso extra e mais aula de baixo. Porém, ao ouvir o disco todo surgem mais dúvidas sobre os destaques, pois todas as músicas soam magistrais!

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