“Top of The World“, lançado em 12 de fevereiro pela banda norte-americana Self Run Will, ressurge quase duas décadas após sua gravação original, oferecendo um retrato da era post e alternative rock que definia a cena de Miami no final dos anos 2000.
Com riffs densos, bateria marcante e vocais carregados de intensidade, cada passagem instrumental, desde os versos mais contidos até os refrões, transmite franqueza e autenticidade. Para quem conhece a trajetória de Mike Barnhill, “Top of The World” funciona como cápsula do tempo.
Em resumo, o lançamento devolve ao mundo não apenas uma música, mas um pedaço de história que o rock quase perdeu.
Confira: