Seu processo é como um súbito. Sem introdução gradativa, sem calmaria inicial. É tudo de forma madura e completa, com todos os instrumentos conversando entre si em meio a um escopo rítmico trotante e uma camada harmônica, no mínimo, dramática.
Misturando texturas azedas e graves por parte do riff adotado pela guitarra, a composição consegue fornecer um interessante equilíbrio entre o metal sinfônico e o universo denso e ocre do death metal. Com teclado de notas adocicadas e uma linha lírica vivida por uma voz masculina operística, Regeneration One traz os suecos do Winterweaver oferecendo intensidade e profundidade por meio de uma sonoridade impulsiva.