Desde o momento primeiro e imediato em que Slyder Smith extravasa a sua voz, o ouvinte consegue identificar uma similaridade intensa entre seu timbre e o de Billie Joe Armstrong. Agudo, doce, mas com traços rasgados, ele, na posse de Smith, dá um toque de suavidade à obra, mesmo em contato com o riff distorcido da guitarra.
Caminhando perante um intimismo minimalista, a canção explode em uma ligeira intensidade profundamente associada ao drama e à melancolia. Com boas doses nostálgicas também capazes de serem identificadas, a faixa apresenta uma quebra rítmica que desperta certo grau de contágio através de lapsos de adrenalina. É assim que Killing The Machine aborda o medo da forma como a máquina controla e restringe o ato do contato da humanidade.