O Atropina vem trabalhando em seu novo álbum de estúdio, “Prego em Carne Podre”, e enquanto o processo vai ocorrendo, o baterista Gian Rossi resolveu falar um pouco sobre sua história no Heavy Metal. Segundo ele, tudo começou muito cedo:

“O rock desde muito cedo foi presente na minha vida. Meus pais tinham alguns cds estilo “flashback anos 80/90”. Então logo cedo algumas bandas como Europe, Roxette e Scorpions sempre tocavam constantemente no rádio de casa. Mais ou menos pelo ano de 2009, eu não tinha acesso à internet em casa, mas fazia um cursinho de informática e nessas aulas podíamos escutar música através do YouTube. Um dia então, movido por uma curiosidade que não sei ao certo explicar, pesquisei por “rock pesado” e mesmo sem ter algum conhecimento, logo de cara fui apresentado a música “Psychosocial” do Slipknot. Minha cabeça meio que explodiu por conta da musicalidade, choque visual, as máscaras e principalmente a habilidade do baterista Joey Jordison com aquele kit todo girando na vertical.”

Já sobre seu início na bateria, Gian contou que tudo começou no improviso, até finalmente poder ter sua bateria:

“Sem ter acesso a uma bateria, eu pegava alguns objetos e “montava” um kit em cima de minha cama mesmo com caixas de sapato, travesseiro e batucava tentando imitar os movimentos que ouvia ou via em vídeos, e isso me ajudou a criar de uma noção básica ainda como sendo autodidata. Foi assim por um bom tempo. Às vezes tocando na casa de algum amigo ou em aula, até conseguir comprar minha bateria em 2018 com a ajuda do meu pai.”

O baterista também revelou aos fãs como se deu sua entrada no Atropina:

“Em novembro de 2019 compareci ao Metal Sul Festival, na edição de Bento Gonçalves e nesse dia o Atropina iria tocar. Peguei passagem de som inteira deles na primeira hora da tarde e quando eles terminaram acabei conversando com o então antigo baterista (Mateus Perotti) por mais de uma hora só sobre bateria e música extrema. No exato momento ele inclusive declarou que aquele seria o último show dele na banda. Poucos dias após esse show, a banda de Death Metal, Atropina fez um anúncio no Facebook dizendo que estavam a procura de um baterista. Acabei mandando alguns vídeos para o Murillo (vocalista) na intenção de conseguir um teste e chegamos a fazer 4 ou 5 ensaios e em Janeiro de 2020 recebi o convite oficial para entrar na banda e desde então continuo me dedicando diariamente como já antes fazia. ”

Ele também aproveitou e falou um pouco a respeito de seus ídolos e influências:

“Sobre influências, Joey Jordison foi um estopim. Me fez querer tocar bateria. Frost (Satyricon), porque tenho muita influência do Black Metal. Álbuns como o “Dark Medieval Times” exploram diversas levadas que fazem o meu estilo de tocar e compor. Tem outros bateristas que também tenho como referência e que em alguns momentos flertam com uma influência também, como Neil Peart (Rush), Krimh (SeptiFlesh), Inferno (Behemoth) e mais do jazz tem o Demétrius Locks.”

Para saber das novidades do Atropina, acompanhe a banda em suas redes sociais.

Atropina:

Murillo Rocha – Vocal

Alex Alves – Guitarra

Fernando Müller – Guitarra

Cleomar Schmitzhaus – Baixo

Gian Rossi – Bateria

Mais informações:

Site: http://atropina.com.br

Facebook: https://www.facebook.com/atropinametal

Instagram: https://www.instagram.com/atropina_deathmetal

YouTube: https://www.youtube.com/atropinadeathmetal

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