Com uma ferocidade sensorial, o álbum “Veil Lifter” com suas 11 faixas, incluindo uma saborosa introdução, desenvolvem dentes e percepções transcendentais, nos permitindo mergulhar nas profundezas da mente para absorver e revelar informações conscientes das cores universais da existência mortal.

A dupla Post Death Soundtrack, se apresentam como um caldeirão borbulhante de pensamentos e emoções, temperando suas interpretações com grooves hipnóticos, paisagens rítmicas surreais e místicas máscaras líricas que se fortalecem na mistura elemental do grunge, doom, hardcore e thrash.

Veil Lifter é um ataque implacável, capturando a mentalidade de estranho indesejável de um bando ameaçador de hienas”. Diz a dupla.

Possuidor de um espírito ousado e provocativo, as tramas se desenvolvem em suntuosas linhas de estimulação, nos fazendo considerar e observar o conceito extraído de uma frase da filosofia orienta “Veil Lifter” ou “levantar o véu da ignorância”, em tradução simples, que movimenta o fluxo de percepções.

Os propulsivos e sombrios acordes, desenham aspectos relacionados a doenças mentais e sobre o pensamento social, nos permitindo enxergar através da vasta jornada de um protagonista por terras devastadas e pelo frio que congela a alma desatenta.

Cada faixa se apresenta como o pulsar desse coração conectado ao torpor moderno que aprisiona o movimento muscular e faz o corpo sucumbir aos ataques do tempo.

A hiena se tornou uma espécie de símbolo da banda. Com leões, tigres e ursos, você tem uma boa ideia do que esperar de sua força bruta. Mas as hienas representam o estranho, o vagabundo indesejado, o furtivo amaldiçoado. Vamos nos esgueirar, cercar o poderoso leão e derrubá-lo, enquanto rimos.” A dupla complementa.

Tudo isso, positivamente falando, consegue fortalecer a psique dos mais atentos, preparando-os para erguer barreiras e conhecer as artimanhas do inimigo, para não cair em covas e virar a presa indefesa da questão.

A voracidade rítmica é envolvente, nos inebriando com as texturas traduzidas pelos riffs de guitarra, enquanto absorvemos o poder áspero e imaculado que os versos conseguem liberar.

Então, adentramos os robustos portais dimensionais trazidos por “At The Edge Of It All (Intro)”, com disposição para conhecer mais do mundo que se tornará parte da potente realidade que nos cerca, enclausurando a criança interior, em um âmbar, para não corrompida nessas densidades, e manter a luz da esperança sempre por perto.

Seguimos pela acentuada encosta de “The Die is Cast”, “Killer Of The Doubt”, pousando no pulsar distinto da bateria em “Icy Underground” e o alimentar das cordas temporais no som de “Arjuna’s Hunting Hand”.

Enquanto, “Lowdown Animal”, nos mostra o lado instintivo e secreto dos companheiros que iremos adquirindo na jornada, com “Tide Turns Red”, “Burrowing Down the Spine” e “Pin Prick”, acelerando as percepções.

Um estado de respiro lânguido, trazido em “Immovable” nos trará a consciência de ainda podermos retornar aos portais, usando as vibrações de “Hammer Come Down”, como última estaca para mudar as definições do destino e rasgar em definitivo, o véu das inconsistências sociais.

Assim, ressurgindo com uma nova estrutura mental, dotada das forças rítmicas dessa obra, retornaremos para nosso universo, preparados para nunca mais sermos abatidos pelas corrupções, vindas de terceiros.

Veil Lifter” agita o senso mental enquanto restaura as rupturas.

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