The Wheel Workers lança disco ao vivo e se preparar parta quarto álbum

Pois então, ainda temos grupos que, em meio ao lançamento e consumo de singles, lançam álbuns ao vivo. Mas isso só poderia vir de uma banda de rock e com mais de 20 anos de estrada, pois, caso contrário, não seria acreditável.

O The Wheel Workers vem do Texas, nos Estados Unidos e se formou há duas décadas. Neste período fez turnês pela sua terra natal, teve considerável cobertura da imprensa especializada, incluindo veículos como AV Club, PopMatters e Houston Chronicle, três semanas nas paradas da NACC com seu lançamento mais recente e o 5º lugar na parada da SubModern.

Ou seja, trata-se de um coletivo experiente e que sabe bem onde pisa. O grupo é atualmente composto pelo vocalista, guitarrista, tecladista e violinista Steven Higginbotham (membro mais antigo e fundador do grupo), o guitarrista e tecladista Craig Wilkins, a tecladista e vocalista Erin Rodgers, o baixista Zeek Garcia e o baterista Kevin Radomski.

Eles chegam agora com um disco ao vivo, que na verdade é um EP, pois conta com cinco músicas. Mas já é um lançamento memorável, que prima pela essência real do que é um show e a essência do rock em seu lado mais alternativo.

Mas, apesar de captar bem a essência de um show da banda, não estamos falando de uma apresentação pública. Live from the Attic (2026), captura a banda tocando ao vivo em seu espaço de ensaio em Houston — o sótão onde muitas de suas músicas são compostas e desenvolvidas. Com uma excelente gravação, o trabalho mostra consistência e uma banda pronta pra vencer.

Há uma conexão incrível entre as faixas, o que faz destacar uma ou outra algo um tanto quanto injusto. Mas é impossível não falar de “Fine Time”, que abre o disco de forma enérgica e pesada, entregando bem a proposta indie grunge com um leve toque de R.E.M.

Com um ar de indie psicodélico, onde um sintetizador cintilante dá as caras, “Smokescreen” dá as caras comprovando a versatilidade da banda. Destaque para a cozinha com uma bateria muito bem explorada e levemente quebrada, além do baixo dinâmico diferenciado.

Por fim, com uma veia levemente pop, “Desire” também merece o destaque, pois mostra uma coesão impressionante da banda. Mas, vale e muito à pena investir quase 23 minutos do seu tempo em um trabalho vibrante e de muita energia, onde o rock alternativo, indie rock e grunge se entrelaçam. O disco serve como uma ponte para o próximo álbum completo da banda, “One More Thing To Say” (com lançamento previsto para outubro de 2026).

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