Com “Open Arms”, lançado em 02 de abril, o Blossom Cult nos surpreende com uma proposta que mostra seu um lado mais direto, técnico e épico. Chegando como prelúdio do álbum “Home“, a composição e revela um grupo que sabe bem como trabalhar o progressive metal.
Aqui, o peso não vem só da distorção, mas da forma como o groove é construído. Há uma cadência quase hipnótica nas bases, com padrões rítmicos djent e variações progressivas que se casam com o alternative metal.
Liricamente, “Open Arms” dialoga com um cenário social saturado por polarizações, e o vocal nos consegue transmitir isso proporcionando uma imersão excepcional que serve de extensão instrumental.
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