ABC DO METAL: LETRA “Q”

by Giovani R. Turazi

Hailz Headbangers! Mais uma terça-feira chega, e a Roadie Metal apresenta o quadro ABC do Metal – aqui nós escolhemos semanalmente 5 bandas por letra, com objetivo de ampliar seu conhecimento musical e de explorar o que de melhor existe no Metal mundial. Essa semana traremos 5 bandas que iniciam com a letra “Q”. Infelizmente, algumas bandas sempre acabam por ficar de fora da lista, em detrimento de outras. Quem pensou que não existem bandas que se iniciam com Q, pensou errado! Vamos lá conferir a lista dessa semana?

QUEEN – Rock Clássico – Inglaterra – formada em 1970

Release: Queen foi uma banda britânica de Rock, fundada em 1970 e ativa, sob sua formação clássica, até 1991. O grupo, formado por Brian May (guitarra e back vocais), Freddie Mercury (vocais e piano), John Deacon (baixo) e Roger Taylor (bateria e back vocais) é frequentemente citado como um dos expoentes do seu estilo, também sendo um dos recordistas de vendas de discos a nível mundial. A música da banda também é conhecida por ser altamente eclética, variando entre várias vertentes do rock.

Originalmente, a banda surgiu a partir do trio Smile, formado por Brian May, Roger Taylor e o baixista Tim Stafell. Com o fim do conjunto, Freddie Mercury e John Deacon, se juntaram a May e Roger, e estabeleceram a formação de um novo grupo em meados de 1970 – nascia o QUEEN. Os seus dois primeiros álbuns alcançaram pouco sucesso, até que ganhou popularidade internacional por meio de “Sheer Heart Attack” (1974) e, principalmente, por “A Night at the Opera” (1975), cujos singles “Bohemian Rhapsody” e “You’re my Best Fried” alcançaram bons desempenhos. Mais tarde, a popularidade do quarteto estendeu-se com “News of the World“, em 1977, devido aos hits  “We Will Rock You” e “We Are The Champions” bem como com “Crazy Little Thing Called Love” e “Another One Bites the Dust“, lançados em 1980 no álbum “The Game“.

Durante a década de 1980, o Queen passou a adotar sintetizadores nas suas músicas, e apesar de alguns sucessos como “Under Pressure” a banda recebeu fortes críticas da mídia especializada. O álbum “The Works” (1984) conteve os singles “Radio Ga Ga” e “I Want to Break Free“, que alcançaram notoriedade no Reino Unido e em países da América do Sul. Em 1985, o conjunto realizou uma das suas performances mais memoráveis no evento Live Aid, e em 1986 a última turnê. Em 1987, Freddie Mercury contraiu o vírus do HIV, com isso, a banda continuou produzindo trabalhos que se tornaram os últimos registros em vida de seu cantor: “The Miracle” (1989) e “Innuendo” (1991) foram melhor recebidos que os anteriores, e também ganharam avaliações mais positivas após a morte de Freddie. Brian, Roger e John trabalharam em algumas faixas arquivadas durante dois anos e, com isso, em 1995 foi lançado o último trabalho inédito do quarteto, “Made in Heaven“. Em 1997, o baixista John Deacon anuncia sua aposentadoria do mundo musical. Quanto a Brian May e Roger Taylor, estes seguiram carreiras solo (por algum tempo), tocando com vários músicos convidados e, com o repertório do Queen, chegaram a se apresentar com artistas como Elton John. 

Músicas Destaque: são muitas! “Radio Ga Ga”, “Bohemian Rhapsody”, “Under Pressure”, “We Will Rock You”, “I Want to Break Free”, “Another One Bites the Dust”, “The Show Must Go On”, “I Want It All”, Don’t Stop Me Now”, “We Are The Champions”, “Killer Queen”, “Fat Bottomed Girls”, “Somebody To Love “, Crazy Little Thing Called Love”, “Who Wants To Live Forever”.

Opinião do redator: estamos diante de uma das vozes mais marcantes do cenário do Rock / Metal Mundial, bem como de uma máquina de criar clássicos musicais que ecoarão por toda a eternidade nos salões interdimensionais da existência. Não importa a sua opinião, a minha opinião, o fato é: o QUEEN foi (pelo fato de ter terminado) e sempre será uma das maiores bandas de ROCK de todos os tempos, e por todas as Eras que ainda virão. Sua música é extremamente poderosa, que pode levar o ouvinte a transitar da mais pura nostalgia da felicidade ao mais profundo amargor da tristeza, isso em uma derradeira e simples mudança de tom de Freddie Mercury – cuja partida precoce feriu mortalmente os tecidos da musculatura carótida que mantinha acesa a chama do “Amor” no organismo “Entidade Música”, que habita no Cosmos espaço-temporal. Independente da questão “gosto cada um tem o seu”, não deve existir no mundo uma única criatura que nunca tenha cantarolado algumas das inebriantes melodias compostas pelo Queen. “Se” existem “deuses”, de fato, nossa geração teve o privilégio de visualizar alguns deles entre nós.

News: o Queen, juntamente com o cantor Adam Lambert, fez sua última aparição como banda em um Festival da plataforma Global Citizen, na cidade de Nova York (EUA), que trata-se de um evento que visa, através de ações coletivas, reduzir as diferenças sociais e buscar soluções para erradicar a pobreza extrema no mundo.

Queen + Adam Lambert perform Bohemian Rhapsody | Global Citizen Festival NYC 2019

Discografia:

Queen (1973)
Queen II (1974)
Sheer Heart Attack (1974)
A Night at the Opera (1975)
A Day at the Races (1976)
News of the World (1977)
Jazz (1978)
The Game (1980)
Hot Space (1982)
The Works (1984)
A Kind of Magic (1986)
The Miracle (1989)
Innuendo (1991)
Made in Heaven (1995)

Mídias Sociais:

https://www.queenonlinestore.com/

https://www.facebook.com/Queen/

QUINTESSENTE – Doom / Death / Progressive Metal – Brasil – formada em 1994

Release: Nascida na cidade do Rio de Janeiro em 1994, o QUINTESSENTE é referência pela versatilidade musical repleta de climas pesados e atmosféricos, tendo como influência os mais variados gêneros dentro do Metal/Rock, como: Doom, Gothic, Death, Heavy Metal Tradicional e Rock Progressivo. Os dois primeiros trabalhos lançados – a demo tape “The Mask of Dead Innocence” (1996) e o EP “Lonely Seas of a Dreamer” (1999) – tiveram enorme repercussão na cena underground carioca.

Foram quatorze anos de hiato até a reunião acontecer no ano de 2015 e de forma independente, nascer o full-lengthSongs From Celestial Spheres”, que foi lançado no ano de 2017. O álbum de estreia foi recebido de maneira excepcional pelo público e crítica, tanto no Brasil como no exterior, tendo ainda várias indicações para a seleta lista de maiores lançamentos de 2017. Além da sonoridade, o álbum trouxe a navegação pelo firmamento como conceito base, tendo como inspirações temas relacionados ao existencialismo e reflexões sobre as forças que regem a natureza humana.

Músicas Destaque: “Delirium”, “Reflections of Reason”, “The Belief of the Mind Slaves”, “Matronæ Gaia”, “Essente”, “Images on the River”, “Unleash Them”.

Opinião do redator: o QUINTESSENTE é uma dessas bandas da nova safra brasileira que “nós dá orgulho”: música com pegada, riffs carregados, atmosfera intensa, vocais marcantes. Temos aqui uma receita que não abre margem para erros. Com melodias atrativas e harmonias muito bem trabalhadas, o QUINTESSENTE apresenta uma fusão de gêneros – doom/death/progressivo, e em alguns momentos, gothic – que tonam as composições distintas entre si, contudo, abrangendo um contexto único.

News: Após o bem-sucedido álbum Songs From Celestial Spheres (2017), o QUINTESSENTE se reinventa e prepara minuciosamente os detalhes de sua mais nova obra musical, o álbum: In Ruinam, que encontra-se em fase de produção no momento, e será um álbum conceitual e sem dúvida um marco na carreira musical da banda. O disco é baseado no conto homônimo, escrito pelo vocalista André Carvalho, que trás a narrativa ficcional dos conflitos mentais e espirituais do personagem principal após mergulhar profundamente em um quadro depressivo: todas as dores, angústias, melancolia, raiva e excitação serão apresentadas ao ouvinte em dez atos que compõem o trabalho. O lançamento de “In Ruinam” está previsto ainda para o primeiro semestre de 2020.

Formação atual:

André Carvalho – Vocais
Cristiano Dias – Guitarras
Cristina Müller – teclado e vocais
Leo Birigui – bateria
Luiz Fernando de Paula – baixo

QUEENSRŸCHE – Heavy / Prog Metal – EUA – formada em 1981

Release: Queensrÿche é uma banda norte americana de Metal Progressivo formada em 1981 na cidade de Seattle, Washington. Em sua discografia possuem quinze álbuns de estúdio, e continuam ativos gravando e fazendo shows.

Tudo começou quando Chris DeGarmo e Michael Wilton se juntaram a Scott Rockenfield e Eddie Jackson formando uma banda chamada The Mob. Posteriormente, conheceram Geoff Tate (que era vocalista da banda Babylon) durante o festival Metalfest ’81. A The Mob não tinha ainda um vocalista e chamaram Geoff para cantar nesse festival. Apesar do resultado positivo, Geoff não permaneceu na banda após o evento.

No ano seguinte, a banda passou a se chamar Queensrÿche, nome tirado da canção “Queen of the Reiche” da própria banda. O empresário da banda levou uma demo à revista Kerrang! que rendeu a gravação do EP homônimo da banda que traz, entre outras, a canção “Queen of the Reich” com a voz de Geoff. Vendo isso, Geoff deixou o Myth (banda da qual fazia parte nessa época) e juntou-se ao Queensrÿche.

Músicas Destaque: “Another Rainy Night”, “Eyes Of A Stranger”, “I Don’t Believe In Love”, “Empire”, “Silent Lucidity”, “Best I Can”, “Operation: Mindcrime”, “Revolution Calling”.

Opinião do redator: o Queensrÿche é mais uma das “grandes-pequenas” bandas que, são grandes em sua estrutura, contudo, não alcançaram (ainda) o merecido reconhecimento (absoluto) dentro do cenário mundial. Sim, eles são grandes, famosos mundialmente… e obviamente, não estou rebaixando a banda, muitíssimo pelo contrário – julgo que a banda merecia estar ao lado das gigantes com a qual excursionou por diversas vezes, Guns’n’Roses, Bon Jovi, Twisted Sister, Dream Theather e Iron Maiden. Sob minha ótica o Queensrÿche mata sua sede de inspiração bebendo da fonte do Pink Floyd, mesmo sendo inconcebível comparar as duas bandas – o Queensrÿche apenas se inspira na psicodelia progressiva do Pink Floyd, acrescentando muito mais peso e velocidade, mostrando assim sua identidade pessoal e personalidade musical, a qual poderíamos conciliar um rótulo vulgar de “Hard Rock / Prog Metal“. A discografia da banda é recheada de clássicos, sendo que nenhum dos discos lançados passou despercebido pela massa consumidora, ou seja, nenhum trabalho da banda foi mal recebido pela crítica e sempre destacou pelo menos um hit nas paradas. Essa banda esbanja criatividade (musical e visual) e viajar pelas varias fases que dispõem em sua videografia é um grande plano para um domingão com os amigos.

News: em 01 de Março do ano passado a banda lançou seu seu mais recente trabalho de estúdio – o 15. full lenght – pela Century Media Records, intitulado “The Verdict“, o qual conta com 10 faixas distribuídas em aproximadamente 45 minutos de música. O disco possui uma edição limitada com CD bônus, contendo registros ao vivo e versões acústicas da banda. Quanto a shows, toda a agenda da banda foi cancelada/adiada, também vítima da pandemia que assola o mundo. No canal oficial do Youtube da banda, o último vídeo postado trata-se de uma chamada para a tour em apoio ao último trabalho da banda.

Queensryche – Queen Of The Reich (Official Video)

Formação atual:

Todd La Torre – Vocais
Michael Wilton – Guitarra, Voz
Parker Lundgren – Guitarra
Eddie Jackson – Baixo, voz
Scott Rockenfield – Bateria, Percussão, Teclas

Discografia:

The Warning (1984)
Rage for Order (1986)
Operation: Mindcrime (1988)
Empire (1990)
Promised Land (1994)
Hear in the Now Frontier (1997)
Q2K (1999)
Tribe (2003)
Operation: Mindcrime II (2006)
Take Cover (2007)
American Soldier (2009)
Dedicated To Chaos (2011)
Queensrÿche (2013)
Condition Human (2015)
The Verdict (2019)

Mídias Sociais:

https://www.facebook.com/QueensrycheOfficial/

QUEENS OF THE STONE AGE – Rock / Stoner Rock – EUA – formada em 1996

Release: Queens of the Stone Age (também conhecidos pelo acrônimo QotSA) é uma banda norte-americana de Rock formada em 1996 na cidade de Palm Desert, California. Eles ficaram muito conhecidos por popularizar o gênero Stoner Rock que até os anos 2000 não era muito conhecido. Sempre em constante mudança de integrantes a banda possui apenas o vocalista, guitarrista e compositor, Josh Homme como integrante original. A banda continua ativa e até o momento registrou sete discos de estúdio.

Precedendo o surgimento do Queens of the Stone Age, existia uma banda californiana chamada Kyuss, que era formada por Josh Homme, Nick Oliveri, John Garcia e Alfredo Hernandez. Após serem apadrinhados pelo produtor Chris Goss, a banda partiu do completo anonimato e tornou-se um ícone cult na cena Heavy Metal americana, chegando inclusive a figurar como o principal expoente do subgênero Stoner Rock. No entanto, apesar da popularidade, o Kyuss se dissolveu em 1995 e o líder e guitarrista Josh Homme mudou-se para Seattle, onde ingressou no Screaming Tress.

A partir de 1997, com as atividades do Screaming Trees se tornando cada vez mais esparsas, Josh encontra tempo suficiente para trabalhar em um projeto próprio. Foi o início da série Desert Sessions, projeto que permitiu a ele se expressar com maior liberdade e experimentalismo. Logo em seguida, Josh resolve montar outra banda: nasce o Queens of the Stone Age.

Importante destacar ainda que entre os anos de 2002-2003, a banda contou com a ilustre presença de Dave Grohl empunhando as baquetas, quando lançam um dos discos mais importantes da carreira: “Songs For The Deaf“. Inclusive, quando Dave Grohl retorna ao Foo Fighters (deixando o QotSA), houve um burburinho que o novo disco do Foo Fighters saiu com um “gostinho” de QotSA.

Músicas Destaque: The Evil Has Landed, Little Sister, No One Knows, I Sat By The Ocean, Song For The Dead, If I Had A Tail, First It Giveth, Sick, Sick, Sick, The Sky Is Fallin, Better Living Through Chemistry.  

Opinião do redator: pessoalmente, este redator não aprecia (pouco, ou quase nada) a música e a carreira do QotSA, – por soar um tanto “pop” aos seus ouvidos – apesar de lhes ser grato pela luta e posicionamento que a banda teve para impulsionar-se dentro de um cenário por vezes apertado para a sua sonoridade ainda bastante experimental. Dessas incríveis batalhas, tendem a surgir muitos “aliados” ao combate, o que por fim só fortalece o Metal que abrange cada vez mais territórios e desenvolve ainda mais a criatividade e a fusão de estilos, eclodindo em uma nova safra de bandas a cada ano que chega. Citemos uma “boa safra”: Red Fang, Electric Wizard, Spirit Caravan, entre outros. Do QotSA, aconselho uma maratona de seus videoclipes, que são bastante interessantes e bem produzidos.

News: após o último lançamento do QotSA – o disco “Villains” de 2017 – o líder da banda Josh Homme afirmou que “não pretende mais fazer longas turnês para promover discos”. Ainda, enquanto o QotSA encontra-se num hiato de novos lançamentos, Josh reavivou seu outro projeto de sucesso Desert Sessions, com dois novos volumes lançados que contam com nomes como Billy Gibbons, Les Claypool e Jake Shears, além do próprio Josh Homme trabalhando nas canções.

Formação atual:

Josh Homme – Vocal e Guitarra
Troy Van Leeuwen – Guitarra, backing vocals, teclados,
Dean Fertita – Teclados, guitarra, backing vocals
Michael Shuman – Baixo, backing vocals, percussão
Jon Theodore – Bateria, percussão

Discografia:

Queens of the Stone Age (1998)
Rated R (2000)
Songs for the Deaf (2002)
Lullabies to Paralyze (2005)
Era Vulgaris (2007)
Like Clockwork (2013)
Villains (2017)

Mídias Sociais:

https://qotsa.com

https://www.facebook.com/QOTSA/

QUIET RIOT – Hard Rock / Heavy Metal – EUA – formada em 1973

Release: Quiet Riot é uma banda norte-americana de Heavy Metal formada em Los Angeles no ano de 1973 pelo guitarrista Randy Rhoads e pelo baixista Kelly Garni. Inicialmente, seu nome era “Mach 1“, depois mudaram para “Little Women“, e só a partir de 1975 a banda passou a se chamar Quiet Riot. A estória por trás do batismo do nome da banda versa que em uma conversa entre Rick Parfitt (da banda britânica Status Quo) e o vocalista Kevin DuBrow, Rick teria sugerido que a banda se chamasse Quite Right, contudo, devido ao seu sotaque britânico e voz grave, DuBrow teria por equivoco ouvido as palavras Quiet Riot.

A formação original era composta pelo guitarrista Randy Rhoads, o baixista Kelly Garni, o vocalista Kevin DuBrow e o baterista Drew Forsyth. Entretanto, sua linha de frente de maior sucesso comercial consistia em Kevin DuBrow ao lado do guitarrista Carlos Cavazo, o baixista Rudy Sarzo e o baterista Frankie Banali. Com essa formação, a partir do lançamento de “Metal Health” em 1983, alavancaram uma sequência de álbuns de influência no cenário do Heavy Metal mundial.

Apesar das várias mudanças em sua linha de frente e breves rompimentos, Quiet Riot continuou a gravar e fazer turnês até a morte de DuBrow em 2007, ocasionada por uma overdose de cocaína. Mesmo desacreditado, Frankie Banali retomou as atividades da banda em 2010 e após oito anos sem trabalhos inéditos, a banda lançou um novo álbum de estúdio em 2014, intitulado “10”, o primeiro com a nova formação desde a morte de Kevin DuBrow. Atualmente, a banda lançou seu último disco, em 2019, chamado “Hollywood Cowboys“.

Kevin DuBrow

O Quiet Riot foi uma das bandas de heavy metal mais importantes dos anos 80, e ainda detém o título de “banda clássica”, tendo sido inclusa na lista das 100 Maiores Bandas de Hard Rock de Todos os Tempos, feita pelo canal de televisão VH1. Eles também detêm a marca de primeira banda de heavy metal a colocar um álbum no topo da parada musical Billboard 200 (EUA).

Músicas Destaque: “Cum On Feel The Noize”, “The Wild And The Young “, “Sign of the Time”, “Mama Weer All Crazee Now”, “Twilight Hotel”, “Breathless”, “Stay With Me Tonight”.

Quiet Riot – Cum On Feel The Noize (Official Video)

Opinião do redator: enxergo o Quiet Riot como o “Mötley Crüe que não vingou”, ou seja, em um mundo paralelo onde a banda não tivesse enfrentando tantos obstáculos à ascensão, ambas desfrutariam do mesmo prestígio atualmente, e provável que estariam colhendo os mesmos frutos. Este tipo de estória é triste, sim, contudo, inevitável, pois as coisas simplesmente acontecem… Mesmo assim, o Quiet Riot conseguiu alcançar vôos consideráveis, vivenciou a “Era de Ouro” do Rock / Metal mundial, realizou diversos shows ao lado de outros grandes nomes, lançou álbuns clássicos, hits memoráveis, enfim, deixou incrustado seu nome nas “Pedras Sagradas do Deus Metal”. Sua trajetória nos aponta “o que uma banda DEVE fazer”, … , e também, “o que não se deve fazer”… entre tantas não? Mas, àquela época, era assim que se vivia.

News: em abril deste ano, o baterista Frankie Banali anunciou nas redes sociais que foi diagnosticado com um câncer pancreático no estágio 4 – quando a doença já está em metástase, que é quando o câncer alcança outras partes do corpo. Somada a atual situação que o mundo enfrenta -a pandemia por conta do COVID-19 – a banda encontra-se inerte, concetrando-se em uma campanha de arrecadação de fundos para auxiliar Banali em seu tratamento. Abaixo, segue o link de crowfunding. Força Banali!

https://www.gofundme.com/f/frankie-banali-of-quiet-riot-fight-cancer-fund?utm_source=facebook&utm_medium=social&utm_campaign=p_cf+share-flow-1&fbclid=IwAR0NRNUbQQbl4C83W0pXsbjewqBOKlkxQmS5zzUnM8NKkcMs4F4x5hTCgls

Quiet Riot’s Frankie Banali Really Needs Your Help

Formação atual:

Frankie Banali – bateria, percussão
Chuck Wright – baixo, backing vocals
Alex Grossi – guitarra, backing vocals
Seann Nicols – vocais

Discografia:

Quiet Riot (1977)
Quiet Riot II (1978)
Metal Health (1983)
Condition Critical (1984)
QR III (1986)
QR (1988)
Terrified (1993)
Down to the Bone (1995)
Alive and Well (1999)
Guilty Pleasures (2001)
Rehab (2006)
Quiet Riot 10 (2014)
Road Rage (2017)
Hollywood Cowboys (2019)

Mídias Sociais:

https://www.facebook.com/quietriot/

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