Roadie Metal Na Fronteira do Desconhecido #32: Pirate Metal

by Jéssica Da Mata

Se tem uma coisa que piratas gostam é beber e comemorar, algo que muitos Metaleiros do mundo inteiro também gostam. Álcool, diversão e Metal, eis que surge o Pirate Metal!

Histórico

Podemos dizer que o “Pirate Metal” é subgênero do Heavy e Folk Metal. A primeira banda que utilizou a temática sobre piratas foi o Running Wild com o seu terceiro álbum “Under Jolly Roger” em 1987. De acordo com o vocalista e guitarrista Rolf Kasparek, ele começou a ler sobre piratas e achou muito interessante e isso foi expandido durantes os ensaios principalmente para o lançamento o quarto álbum “Port Royal”.

Carcterísticas

Para ser considerado uma banda de “Pirate Metal”, é preciso falar de contos e gírias de piratas nas músicas, ser divertido e se vestir como eles. Basicamente, a principal característa é a temática. O tipo de som da maioria das bandas são Heavy, Thrash, Power e Folk Metal, algumas ainda utilizam outros tipos de instrumentos como teclado, violino, acordeon, sintetizadores, entre outros. E claro… ter uma garrafa de rum no palco.

Cenário Brasileiro do estilo

Há poucos registros de bandas brasileiras que usam a temática “Pirate Metal”. Mas a mais famosa é a Confraria da Costa, que na verdade pode ser considerada “Pirate Rock”. As músicas tem influência de Rock, Folk, Jazz e música erudita. As letras são na língua portuguesa e os shows são perfomáticos de acordo com a temática das músicas.


Recomendação de álbuns

Atualmente, a banda mais conhecida e que mais representa este gênero é o Alestorm, então recomendo ouvir todos os álbuns.

Across The Seven Seas (2007) – Scuurvy
Under The Jolly Roger (1987), Port Royal (1988) e Death Or Glory (1989) – Running Wild
Booze & Glory (2018) e To War (2020) – Red Rum

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