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Resenha: Rui Campos – Sem Limites (2016)

Pra quem não conhece, Rui Campos é um vocalista e guitarrista recifense que cresceu tendo como referenciais musicais não só os ritmos locais, mas bandas como Rush, Iron Maiden, Black Sabbath, Metallica e Faith No More. Com o passar dos anos essa lista de influencias cresceu e bandas mais modernas de rock alternativo começaram a influenciar sua música, Muse, Audioslave, Pearl Jam, Radiohead, Placebo, Royal Blood, Marilyn Manson, entre outros, passaram a fazer parte de seu vasto repertório. Com influencias dessas é claro que só da pra esperar coisas boas.

“Sem Limites” é o primeiro álbum de Rui Campos, e afirmo que estamos diante de um álbum que poderia facilmente ter figurado entre os melhores do ano de 2016, tamanho a grandiosidade e feeling contidos aqui. Rui Campos conseguiu converter todas suas influencias no decorrer das 10 faixas do álbum.  A faixa título é uma verdadeira pérola! O mesmo acontece com “Cores”. “Além do Sol” é uma música que se recusa a sair da minha cabeça, evidenciando outro destaque desse belo trabalho, as letras. “Quem Dera” reforça e muito o lado compositor do artista. As outras faixas empolgam do mesmo jeito e logo de cara, pois numa primeira audição eu já curti o que ouvi. “Mundo de Ilusão” um blues rock com letra sobre a perca de um amor, ganhou um videoclipe e serve muito bem com cartão de visita do álbum.

“Sobre o Tempo”, que é uma releitura criada pelo músico de um poema de seu parceiro, João Gozzi, também ganhou videoclipe e começa intrigando o ouvinte, com a questão sobre quanto tempo dura a vida. Mais uma grande faixa que fecha esse excelente álbum.

Blues, Hard Rock e Rock Alternativo, cantados em português com excelente produção e letras magnificas. Peso e melodia na medida certa, um vocalista com background e uma bela arte.

Obrigatório dar uma ouvida!

Faixas:
1 – Cores
2 – Segredos
3 – Quem Dera
4 – Triste Realidade
5 – Além do Sol
6 – Sem Limites
7 – Som dos Anjos
8 – Mundo de Ilusão
9 – Tanto Faz
10 – Sobre o Tempo

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Sobre: Cirez Waldez

Cirez Waldez

Começou a ouvir Metal aos 13 anos e o primeiro contato foi com as bandas Benediction e Sepultura através dos álbuns Subconscious Terror e Beneath the Remains e passou por todas as fases do Metal pesado desde então. Com o tempo aprendeu a ouvir outras vertentes dentro do Heavy Metal e hoje tem no ecletismo uma de suas principais virtudes, sendo capaz de ouvir Aerosmith e Dissection no mesmo dia.

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