Roadie Metal Entrevista: DARKEST VOID – Primeiro single e tudo sobre o novo nome do metal sueco

by Tatianny Ruiz

DARKEST VOID, este é o novo nome emergindo na cena metal da Suécia, com uma seleção de músicos de alto calibre a banda causou expectativa no público europeu quanto ao anúncio de sua estréia, isso porque o lineup inclui nomes como DENNIS ERIKSSON, guitarrista da banda Mad Hatter e responsável pelo som da sensação Follow The Cipher, MICKE HAJEN KULLVÉN, guitarrista da banda Strykjärn, o maravilhoso vocalista ANDREW COPE, o baixista EMIL GUSTAVSSON, nome constante entre Follow The Cipher, Vengeant e Smash Into Pieces, e completando o time encontramos ALFRED FRIDHAGEN, o homem por trás da pulsante bateria do Mad Hatter.

Da esquerda para a direita: Alfred Fridhagen, Emil Gustavsson, Andrew Cope, Dennis Eriksson e Micke Kullvén

O debut álbum do DARKEST VOID está marcado para lançamento ainda este ano mas até lá a banda promete algumas surpresas pelo caminho, e em antecipação a aguardada estréia a banda revelou recentemente o primeiro single “TEARS OF RUST” que inclusive ganhou o primeiro lyric video da banda.
A faixa dispara qualidade em um ambiente etéreo de melodias modernas, guitarras crocantes e atmosferas cintilantes que nos remete a The Night Flight Orchestra e alimenta a curiosidade pelo que virá no futuro de DARKEST VOID.
CONFIRA “TEARS OF RUST” ABAIXO:

Enquanto aguardamos as novidades da banda a Roadie Metal trás estes músicos brilhantes de DARKEST VOID para uma entrevista exclusiva que você pode conferir abaixo:

Antes de começarmos sejam bem vindos a Roadie Metal, rapazes!
DARKEST VOID, este é o novo nome borbulhando na cena sueca atualmente. Com um line-up cheio de nomes conhecidos e o primeiro single lançado recentemente eu devo perguntar, qual é o conceito por trás de DARKEST VOID e como a banda surgiu?

ANDREW: “São elementos do espaço e da física quântica fundidos com máquinas e homens, tudo para criar uma realidade próxima ao coração, além das estrelas.
Contamos histórias de provações, tribulações e amor e sobre aqueles que perdemos.
Tudo culminou em um conto épico de uma máquina que encontra muitos amigos e muitos inimigos, dos quais são exibidos de maneira instrumental e vocal de várias maneiras.”

DENNIS: “A banda veio à mente quando eu estava na Alemanha com o trabalho com a banda Follow The Cipher. Eu conheci uma garota que iremos chamar de #43, estávamos conversando sobre boa música e física quântica e ela apenas me inspirou a fazer música, então quando voltei para casa fiz uma música como uma piada para Follow The Cipher sobre uma celebridade sueca que conhecemos em Berlim e eles adoraram e queriam para a banda deles, então Alfred me ligou e queria fazer algo dessa música mas eu já tinha passado isso para frente então ele me disse que iria chutar minha bunda se eu desse mais músicas, então eu fiz mais quatro no dia depois de conversar com Alfred e ele ficou extremamente satisfeito.
No dia seguinte Emil me ligou, ele me perguntou se eu queria ir e escrever músicas para sua banda With Heavy Hearts, e eu perguntei a ele se talvez ele queira participar do meu novo projeto porque é nisso que minha mente está agora, e eu enviei algumas músicas para ele.
Ele me ligou mais tarde e queria tocar baixo então eu disse a ele que conhecia um guitarrista mais estável do que qualquer um que eu já conheci. Ele pode tocar tão bem quando está inconsciente quanto quando está totalmente acordado. Eu disse a Emil que ligaria para ele no dia seguinte, no entanto, eu esqueci, mas mais tarde naquele dia, Micke me ligou, e também era o guitarrista de quem eu estava falando com Emil. Ele me perguntou se eu queria me juntar ao seu novo projeto de death metal old school mas eu perguntei se ele queria se juntar ao meu projeto ao invés disso. Eu mandei algumas músicas para ele e ele ligou de volta e me disse que queria tocar conosco, então depois de conversar com todos eles eu marquei uma reunião para todos nós, para que pudéssemos conversar sobre o que queriamos fazer e qual é o objetivo da banda e assim por diante. Eu disse a eles sobre que tipo de vocalista eu queria para esse projeto e no mesmo dia Andrew fez o upload de um pequeno clipe dele praticando o estilo vocal específico que eu estava procurando eu o chamei pelo messenger imediatamente e perguntei se ele queria dar algumas vozes para o projeto, e depois de ouvi-lo cantar todos concordamos que este era o cara que queríamos e Andrew se juntou a nós. Então a banda começou em julho de 2019.”

Nós já sabemos que todos vocês estão envolvidos em outros projetos paralelos além do DARKEST VOID, como vocês estão gerenciando tudo agora e qual é a influência destes outros trabalhos dentro da sonoridade da banda?

ALFRED: “Bem, esse projeto realmente não muda nada para nós, nós apenas reservamos o tempo necessário quando necessário. Eu não acho que nenhuma de nossas outras bandas influencie esse projeto, é como se fosse uma entidade separada, construída de nossos anos de prática em nossas outras bandas.”

DENNIS: “Sim, eu concordo.”

O single “TEARS OF RUST” foi lançado oficialmente em primeiro de janeiro e nos impressionou pela qualidade, quais são os planos daqui pra frente e o que vocês podem nos dizer sobre o debut álbum?

DENNIS: “Obrigado por suas amáveis ​​palavras! O álbum de estréia apresentará algumas batalhas insanas, muitos estilos vocais diferentes por causa da diversidade insana de Andrew em sua performance vocal e também porque ele escreveu uma história muito legal com personagens diferentes e vozes diferentes. Chugging guitarras e partes pesadas de baixo, muitas linhas melódicas estaram presentes em todas as músicas. O único objetivo é fazer você sentir isso. Ainda estamos polindo e finalizando as músicas do álbum. Concordamos que será chamado “Event Horizon” e apresentará de 10 a 15 músicas. Dependendo de como nos sentimos e das diferentes forças que estão interessadas no momento.”

“TEARS OF RUST” tem letras muito expressivas e linhas modernas em sua estrutura, conte-nos um pouco sobre essa faixa e o processo de produção. Podemos nos surpreender com o álbum de estréia com diferentes elementos ou faixas como essa será uma constante?

Andrew: ”Eu e Dennis estávamos discutindo as emoções e histórias da música que queríamos contar. A partir daí fiz algumas tentativas e erros em alguns sons e melodias para ajustar os instrumentos já construídos, e como eu estava gravando isso em casa nos EUA e Dennis estava trabalhando nisso na Suécia era um monte de indo e vindo, eu gosto disso, talvez tente isso e talvez mude essa palavra para aquilo etc. Eventualmente a história do álbum foi tocada por essa música e ajudou a desenvolver a história geral do álbum. A partir daí as letras foram meio que alteradas para caber em uma única parte da história, para que mais pudesse ser contado nas outras músicas.”

Dennis: ”Todos os instrumentos foram gravados em casa. As guitarras e o baixo foram gravados na minha casa, os teclados e outras coisas. A bateria foi gravada na localidade de Alfred, os vocais foram gravados na casa de Andrews, então eu mixei e masterizei em casa. Bem, a partir de agora temos tudo, desde baladas “em valsa” a batidas explosivas e algumas músicas muito rápidas, então o álbum vai contar uma história e às vezes você precisa ir ao extremo para expressar um certo sentimento.”

Como está sendo o feedback dos ouvintes sobre este primeiro single?
Alfred: “Eles têm sido muito bons. Muitas pessoas procuraram expressar como estão felizes e orgulhosas por nós e é uma ótima sensação!”

Podemos ver que nem todos os membros da banda vivem na Suécia, como será a partir de agora e há uma prévia para os shows?

Andrew: “Vamos a shows não será um problema, no entanto ainda estamos no processo de escrita no momento e queremos ter certeza de que quando tocamos ao vivo tocamos músicas que tocam a alma do ouvinte, mas se tudo funcionar conforme o planejado faremos alguns shows este ano.”

Mais informações serão reveladas futuramente.
Conheça mais sobre DARKEST VOID através das redes sociais.

Membros da banda
Andrew Cope – Vocal
Dennis Eriksson – Guitarra solo
Micke Kullvén – Guitarra rítmica
Emil Gustavsson – Baixo
Alfred Fridhagen – Bateria

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