Roadie Metal Cronologia: Overkill – The Killing Kind

Nesse ponto da carreira o, Overkill, passou a investir mais em groover, tirando o pé do acelerador, mas isso é normal, muitas bandas nos 90’s mudaram para algo mais acessível e se tornaram chatas, mas o Overkill, mesmo com a reorientação, manteve o clima em alta.

Quem se beneficiou com essa nova faceta, sem duvida, foi o baixista D.D Verni, que tem grande destaque já na faixa de abertura , “Battle”, que tem uma pegada forte de “bater cabeça”, mas umas passagens faladas bem estranhas.

Mas mesmo com o investimento em groove, esse álbum ainda é um elemento de transição, há aqui o velho e bom thrash, na cacetada sonora “God-like” e na faixa “Cetifiable”.  O álbum ainda tem a “Burn You Down to Ashes”, com uma pegada mais doom, novamente D.D Verni, mantendo clima com a força do seu baixo,  e uma balada, “The Mourning After/Private Bleeding”, iniciada no piano e com um excelente andamento, apesar de não gostar dos vocais de “Blitz” eles são destaques nessa balada, me lembra até algo de X-Japan. E tudo termina com “Cold hard Fact” com solos inspirados.

Em 1995 o Overkill passou por uma reformulação, tendo que recrutar novos guitarristas e baterista para o lançamento de The Killing Kind, mas as mudanças mostraram uma força ainda maior, com variações e criatividade.

Faixas

1.Battle1.Battle

2.God-Like

3.Certifiable

4.Burn You Down / To Ashes

5.Let Me Shut That for You

6.Bold Face Pagan Stomp

7.Feeding Frenzy

8.The Cleansing

9.The Mourning After / Private Bleeding

10.Cold, Hard Fact

Formação

Bobby “Blitz” Ellsworth – Vocal

D.D. Verni – baixista

Joe Comeau Guitarras

 Tim Mallare – bateria

Sebastian Marino – Guitarras

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Sobre: Antonio Lopes de Souza

Antonio Lopes de Souza

Assistente Social. Estudioso de Filosofia, Sociologia e Antropologia, amante de rock/metal em suas vertentes clássicas e extremas. Influenciado por Death, Dissection, Beethoven e Dostoiévski.

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