Roadie Metal Cronologia: Overkill – From The Underground And Below (1997)

Nono álbum dos americanos do Overkill, excelente banda americana de Thrash, que por sinal considero um pouco injustiçada quando falam do estilo, já que é contemporânea de outras que por sinal acabam sendo mais lembradas, caso do Testament e Exodus.

Sem delongas, são 10 músicas que mostram uma banda renovada, com uma pegada que lembrava muito o Pantera. O comando aqui continua e está até hoje, na mão do vocalista Bobby “Blitz” e seus vocais “estilão” Ac/Dc e Accept, e do baixista DD Verni. Este trabalho foi lançado em 1997, ano em que a banda brilhantemente participou de um tributo ao Judas tocando “Tyrant”, e o grupo que na maioria das vezes foi um quarteto, aqui é um quinteto, com a entrada de novos guitarristas: Joe Comeau e Sebastian Marino, e Tim Mallare na bateria, que tocou na lendária banda M.O.D.

Petardos como “It Lives”, “Save me”, “Genocya” e “Promises” ditam a qualidade de um álbum que se não é o melhor do grupo, certamente mostrou que os anos 90 não foram tão ruins para o Heavy Metal. O Overkill faz da simplicidade o melhor de si, sem firulas e invenções da moda.

From The Underground And Below – Overkill (Steamhammer, 1997)

Tracklist:
01. It Lives
02. Save Me
03. Long Time Dyin’
04. Genocya
05. Half Past Dead
06. F.U.C.T.
07. I’m Allright
08. The Rip n’ Tear
09. Promises
10. Little Bit o’ Murder

Line-up:
Bobby “Blitz” Ellsworth – vocais
DD Verni – baixo
Sebastian Marino – guitarras
Joe Comeau – guitarras
Tim Mallare – bateria

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Sobre: Luis Carlos Carlinhos

Luis Carlos Carlinhos

Luis Carlos começou a curtir esse tal de Rock and Roll quando viu o Kiss pela primeira vez pela TV, na época, um programa chamado BB Vídeo era seu programa favorito, e ali assistia clipes de bandas como Quiet Riot, Scorpions, Iron Maiden. Algum tempo depois passou a conhecer o Metal nacional, e claro, ir aos shows que aconteciam na época, principalmente, em lugares badalados na época como Caverna 2, Circo Voador, Garage, etc. Antes de se tornar um músico, era fanzineiro e editou 3 fanzines durante a década de 90, e como baterista tocou em algumas bandas durante a década de 90 como a Refugium Pecatorum e posteriormente na Shadows FX, obtendo mais reconhecimento por ter sido fundador da Statik Majik, banda em que tocou por 13 anos. Com o fim da banda, fundou a produtora Be Magic, que já está ativa 2 anos e fez shows como Bandas como Mayhem, Krisiun, Rotting Christ, Raven, Vulcano, Dr.Sin, entre outras, e workshop com feras como Max Kolesne, Eloy Casagrande e Edu Ardanuy. Chegou a tocar ainda na Banda Black Rook, mas no momento não está em nenhuma banda.

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