Resenha : Bloody Violence – Divine Vermifuge (2015) – Oito Odes do Brutal Death Metal

Oriundos do Rio Grande do Sul, a banda Bloody Violence lançou recentemente seu debut intitulado “Divine Vermifuge”.

Após terem obtido um excelente resultado com o seu lançamento anterior, o EP “Obliterate” de 2014, os gaúchos aproveitaram a empolgação e trouxeram no álbum de estréia toda a visceralidade possível.

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Abrindo o disco, temos as faixas “Lethal Nuclear EVil”/“Lethal Nuclear Evil [Dyatlov Pass]”, que trazem  uma construção brutal e linhas bem técnicas, sem firulas ou enrolações. Guitarra afiada, bateria seca e reta, vocais guturais característicos do estilo, mas com algumas variações que beiram o Gore, ressaltando a qualidade do conjunto.

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Seguindo temos “Mother Of The Dying”, que desde os primeiros riffs já soa agressiva e imponente,  bateria veloz com variações técnicas e com um acompanhamento impecável da guitarra, ressaltando bem a participação do baixo, trazendo ainda mais peso ao trabalho.

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Adiante temos “Putrid and Damned”, que coroa o álbum e é a faixa mais cadenciada do registro. A faixa mostra um direcionamento mais seco e vocais que desta vez soam totalmente Gore. Sujos, viscerais  e trazendo uma boa dose de excentricidade a obra.

As faixas seguintes apresentam a mesma fórmula, com destaque para “Colares UFO Flap”, que foi a escolhida para ser o primeiro vídeo-clipe do quarteto gaúcho e foi produzido pela Chama Vídeo Independente.

A arte de capa é assinada pelo ilustrador Rafael Tavares e além de muito bonita e detalhada, reflete toda a atmosfera sinistra das composições da banda.

 

Formação :   Israel Savaris – Baixo

Eduardo Polidori – Bateria

Igor Dornelles – Guitarra

Cantídio Fontes – Vocal

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Sobre: Bruno Torres

Bruno Torres

Estudante de engenharia e música, aficionado por Heavy Metal desde criança, sendo eclético gostando desde Beatles, Elvis e Hendrix à Black Metal e Grind Core, colecionador de CDS, LPS e DVDS.

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